Avanços na Detecção do Câncer de Próstata: O Papel do Anticorpo NKX3.1

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O câncer de próstata é uma das principais preocupações em saúde masculina em todo o mundo, representando uma porção significativa dos diagnósticos oncológicos. Diversos fatores de risco, incluindo idade, raça, história familiar e estilo de vida, estão associados a esse tipo de câncer.

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Você já avaliou quão robusto é o seu painel de anticorpos para diagnóstico de melanoma?

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Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão, sendo o tipo mais grave, devido à sua alta possibilidade de provocar metástase (disseminação do câncer para outros órgãos).

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Outubro, mês das crianças! Como a imunoistoquimica pode contribuir para o diagnóstico de alguns tumores de maior prevalência infantil?

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O mês de outubro tem grande visibilidade e relevância pelas campanhas de conscientização sobre o câncer de mama com o Outubro Rosa, mas gostaríamos também de aproveitar o mês onde se comemora o dia das Crianças para ressaltar a relevância do diagnóstico precoce de alguns tumores de maior prevalência infantil.

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Fevereiro Laranja – Como a imunohistoquímica pode auxiliar no diagnóstico das leucemias?

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E no mês da conscientização e combate a Leucemia, selecionamos um relevante artigo da Profa. Dra. Maria Cláudia Nogueira Zerbini (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), sobre a utilização da imunoistoquimica em biópsias de medula óssea, com uma abordagem abrangente sobre a utilização dessa poderosa ferramenta diagnóstica.

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Janeiro verde – Mês da prevenção do Câncer de Colo do Útero

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Começamos o ano de 2022 trazendo a campanha mundial ‘Janeiro Verde’ que é dedicada a conscientizar e alertar a população feminina sobre a prevenção ao câncer de colo do útero. Este é o terceiro câncer maligno mais incidente entre as mulheres (atrás do câncer de mama e do colorretal).

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Dezembro Laranja – Mês da prevenção e conscientização sobre o câncer de pele

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Embora a técnica de imunoistoquímica e suas aplicações tenham possibilitado grandes avanços nos últimos 25 anos, os diagnósticos na especialidade da dermatopatologia ainda são em grande parte baseado na colorações por H&E. Apesar disso, há inúmeras situações onde a imunoistoquímica pode ajudar o patologista na definição de casos mais complicados.

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Ainda sobre câncer colorretal: Síndrome de Lynch – Conheça nosso painel para avaliação imunohistoquimica das proteínas MMR

A Síndrome de Lynch (SL) é responsável por 3 a 5 % dos diagnósticos de câncer colorretal. Esta síndrome de predisposição ao câncer apresenta herança autossômica dominante e é causada por mutações germinativas deletérias em genes responsáveis por corrigir erros de pareamento de bases do DNA.

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Detecção de rearranjos de NTRK1 – FISH ou CISH Você escolhe!

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As proteínas de fusão TRK são desencadeadores oncogênicos que ocorrem em uma ampla gama de tipos tumorais e com frequência variável, tanto em pacientes pediátricos quanto em adultos. Os três genes da família do NTRK (NTRK1, NTRK2 e NTRK3) possuem papéis importantes no desenvolvimento neuronal, sobrevivência e proliferação celular. Alterações gênicas como mutações ou hiperexpressão podem ser encontradas, porém as fusões envolvendo o NTRK são o mecanismo mais comum de ativação oncogênica.

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E nos despedimos de “Setembro Dourado” falando um pouco mais sobre o câncer infantojuvenil

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Os tumores pediátricos são heterogênios e podem ser bastante variados na aparência, sendo o famoso grupo de “tumores de pequenas células redondas e azuis”, com seus núcleos hipercromáticos e citoplasma reduzido bastante desafiador, com diagnóstico diferencial dependente de estudos imunoistoquímicos, e muitas vezes testes auxiliares.

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