Webinar Cell Marque – The Issue With Tissue

Os tecidos controles são críticos para a validação dos testes em patologia cirúrgica. Há uma infinidade de características histológicas que são importantes para determinar a caracterização e o desempenho de um teste, em particular os anticorpos ou as sondas para hibridização. No entanto, existem muitas variações nos tecidos, o que significa que eles não são ideais em relação à padronização e à busca pelo controle de qualidade de excelência. Embora o tecido controle seja essencial, nem sempre é a ferramenta mais apropriada, sendo importante entender o objetivo e a adequação dos materiais utilizados.

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Anticorpos validados para uso em modelos experimental: Drosophila melanogaster

A BioLegend está comprometida com o avanço da pesquisa em Neurociência, fornecendo reagentes acessíveis e de alta qualidade para comunidade Científica. Com o portfólio crescente na linha de produtos para neurociência o pesquisador agora pode contar com uma grade de anticorpos oferecidos em tamanhos menores (25 μg ou 25 μl) e formatos conjugados para múltiplas aplicações, como microscopia e immunoblotting.

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Problemas com controles para Imuno-histoquimica?

Um dos principais problemas enfrentados hoje pelos laboratórios que realizam imuno-histoquimica é a obtenção de tecido do arquivo, adequado para uso como controle. Isto deve-se a heterogeneidade na expressão dos biomarcadores, artefatos de fixação, raridade de sua expressão ou apenas indisponibilidade do material. Atualmente, alguns laboratórios utilizam um controle por bateria de coloração, entretanto, em geral, as plataformas totalmente automatizadas realizam o protocolo de forma individualizada. Portanto, o uso de controles específicos por lâmina é uma prática recomendada, pois reflete exatamente o que acontece com cada uma individualmente.

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Problemas com a recuperação antigênica na sua rotina de Imuno-histoquímica?

A maioria dos tecidos fixados em formol necessita de uma etapa de recuperação antigênica para “desmascaramento” e localização do antígeno na técnica de imuno-histoquímica. A etapa de recuperação antigênica consiste na quebra das pontes de metileno que ligam as proteínas nos tecidos fixados em formol, permitindo a subsequente ligação dos anticorpos ou de sondas de DNA/RNA aos epitopos ou ácidos nucleicos de interesse.

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ROS1 – Resultado final do Estudo clínico EUCROSS

Rearranjos de ROS1 são encontrados em 1% dos pacientes com câncer de pulmão. A eficácia terapêutica do crizotinib neste subgrupo já foi demostrada em estudos clínicos de fase inicial nos Estados Unidos e Leste da Ásia. Neste estudo são apresentados dados sobre eficácia e segurança de um estudo prospectivo de fase II avaliando o uso de crizotinib em pacientes europeus positivos para ROS1 (EUCROSS).

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