Você já avaliou quão robusto é o seu painel de anticorpos para diagnóstico de melanoma?

  • Autor do post:
  • Categoria do post:Blog
  • Comentários do post:0 comentário

Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão, sendo o tipo mais grave, devido à sua alta possibilidade de provocar metástase (disseminação do câncer para outros órgãos).

Continue lendoVocê já avaliou quão robusto é o seu painel de anticorpos para diagnóstico de melanoma?

Outubro, mês das crianças! Como a imunoistoquimica pode contribuir para o diagnóstico de alguns tumores de maior prevalência infantil?

  • Autor do post:
  • Categoria do post:Blog
  • Comentários do post:0 comentário

O mês de outubro tem grande visibilidade e relevância pelas campanhas de conscientização sobre o câncer de mama com o Outubro Rosa, mas gostaríamos também de aproveitar o mês onde se comemora o dia das Crianças para ressaltar a relevância do diagnóstico precoce de alguns tumores de maior prevalência infantil.

Continue lendoOutubro, mês das crianças! Como a imunoistoquimica pode contribuir para o diagnóstico de alguns tumores de maior prevalência infantil?

Dezembro Laranja – Mês da prevenção e conscientização sobre o câncer de pele

  • Autor do post:
  • Categoria do post:Blog
  • Comentários do post:0 comentário

Embora a técnica de imunoistoquímica e suas aplicações tenham possibilitado grandes avanços nos últimos 25 anos, os diagnósticos na especialidade da dermatopatologia ainda são em grande parte baseado na colorações por H&E. Apesar disso, há inúmeras situações onde a imunoistoquímica pode ajudar o patologista na definição de casos mais complicados.

Continue lendoDezembro Laranja – Mês da prevenção e conscientização sobre o câncer de pele

Ainda sobre câncer colorretal: Síndrome de Lynch – Conheça nosso painel para avaliação imunohistoquimica das proteínas MMR

A Síndrome de Lynch (SL) é responsável por 3 a 5 % dos diagnósticos de câncer colorretal. Esta síndrome de predisposição ao câncer apresenta herança autossômica dominante e é causada por mutações germinativas deletérias em genes responsáveis por corrigir erros de pareamento de bases do DNA.

Continue lendoAinda sobre câncer colorretal: Síndrome de Lynch – Conheça nosso painel para avaliação imunohistoquimica das proteínas MMR

Problemas com controles para Imuno-histoquimica?

  • Autor do post:
  • Categoria do post:Blog
  • Comentários do post:0 comentário

Um dos principais problemas enfrentados hoje pelos laboratórios que realizam imuno-histoquimica é a obtenção de tecido do arquivo, adequado para uso como controle. Isto deve-se a heterogeneidade na expressão dos biomarcadores, artefatos de fixação, raridade de sua expressão ou apenas indisponibilidade do material. Atualmente, alguns laboratórios utilizam um controle por bateria de coloração, entretanto, em geral, as plataformas totalmente automatizadas realizam o protocolo de forma individualizada. Portanto, o uso de controles específicos por lâmina é uma prática recomendada, pois reflete exatamente o que acontece com cada uma individualmente.

Continue lendoProblemas com controles para Imuno-histoquimica?

Problemas com a recuperação antigênica na sua rotina de Imuno-histoquímica?

  • Autor do post:
  • Categoria do post:Blog
  • Comentários do post:0 comentário

A maioria dos tecidos fixados em formol necessita de uma etapa de recuperação antigênica para “desmascaramento” e localização do antígeno na técnica de imuno-histoquímica. A etapa de recuperação antigênica consiste na quebra das pontes de metileno que ligam as proteínas nos tecidos fixados em formol, permitindo a subsequente ligação dos anticorpos ou de sondas de DNA/RNA aos epitopos ou ácidos nucleicos de interesse.

Continue lendoProblemas com a recuperação antigênica na sua rotina de Imuno-histoquímica?